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The Witcher vai ganhar uma manga baseada na cultura japonesa

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A CD Projekt Red anunciou uma campanha de pré-lançamento para The Witcher Ronin, uma manga baseada na cultura japonesa. A autora, Rafał Jaki, associa-se ao ilustrador japonês, Hataya, neste novo projecto com aspecto deslumbrante.


As novidades chegam como parte do evento digital do universo Witcher, a WitcherCon. The Witcher Ronin será o nome da manga, escrita por Rafał Jaki, que trabalhou como editor das bandas desenhadas da CDPR durante oito anos, co-criou o jogo de cartas Gwent, e está a desenvolver o próximo anime de Cyberpunk 2077, Edgerunners. As ilustrações para a manga são feitas principalmente por Hataya, uma artista de manga mais conhecida por Neko no Matasaburou e Mangaka Joshi.


A manga vai contar uma história autónoma, do género "Elseworld" como estamos habituados tanto na Marvel ou na DC, sem relação com as histórias dos videojogos, o que significa que não será uma história em que Geralt de The Witcher é teleportado magicamente do seu mundo para o Japão por magia. Em vez disso, Jaki inspirou-se em histórias como Superman Red Son e Batman Ninja para pegar numa personagem estabelecida e colocá-la num novo cenário.


Jaki diz que colocar Geralt num cenário japonês de fantasia foi um exercício interessante, uma vez que o folclore japonês também tem uma rica tradição de monstros conhecidos como yokai. E essa tradição formou uma ponte que ligou Geralt com o novo cenário.

"Adoro pessoalmente os novos monstros e contos populares com os quais podemos fazer experiências", disse Jaki numa entrevista à IGN. "Tanto a Europa como o Japão têm uma tradição única nesta área, e trazer histórias e monstros icónicos japoneses e encaixá-los num Contexto Witcher foi a coisa mais excitante para mim".


Havia alguns desafios a considerar. Por exemplo, o termo " Witcher" em si não se encaixaria no cenário japonês. Mas Jaki diz que decidiu apoiar-se no precedente estabelecido pelas histórias de banda desenhada nos mundos "Elseworld" para resolver este problema.


"Recebemos sugestões de outras bandas desenhadas de Elseworld onde, por exemplo no Superman Red Son, apesar de o Superman aterrar no CCCP em vez de no Kansas, [nos] EUA ele ainda se chama Super-Homem - é uma licença artística que permite às pessoas divertirem-se com o conceito e compreendê-lo facilmente".


A fusão entre Witcher e a fantasia japonesa não é novidade. A CD Projekt tem uma linha de figuras que já o fazem.


Contudo, e para aqueles que perguntam por uma data de lançamento, ainda terão de esperar, pois ainda não existe uma data em concreto. Apenas sabemos que será lançada numa janela dos próximos 60 dias.


Que achas da ideia de Geralt no Japão? Diz-nos nos comentários a tua opinião.


Geek a tempo inteiro, PM é o fundador do projeto Tretas do Cromo. Podes segui-lo no Instagram em @senhor_pm, no twitter em @senhor_pm ou no facebook em @senhorpm.